tag:blogger.com,1999:blog-42444566581763373682008-07-01T03:56:08.837+13:00O Ninho do CorvoBlackBirdhttp://www.blogger.com/profile/14785433686753716704noreply@blogger.comBlogger5125tag:blogger.com,1999:blog-4244456658176337368.post-4328251108675680042008-05-07T21:33:00.005+13:002008-05-08T10:18:27.367+13:00PASSEIO TODO O TERRENO POR TERRAS TAVARES<a href="http://bp0.blogger.com/_wu6Fra1dNVY/SCIcYpAqzHI/AAAAAAAAAB8/K4W4eavszG8/s1600-h/11%5B1%5D.jpg"><img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5197748129590070386" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://bp0.blogger.com/_wu6Fra1dNVY/SCIcYpAqzHI/AAAAAAAAAB8/K4W4eavszG8/s400/11%5B1%5D.jpg" border="0" /></a><br /><div>Realizou-se no passado fim de semana ( Sábado) um raid passeio para viaturas todo terreno e motos, cuja organização coube à Comissão de Festas de Chãs de Tavares 2008.<br /><br /><br />Foram cerca de 60 viaturas e uma centena de participantes, que tiveram o prazer de gozar um dia de aventura, além de “encherem” a vista com paisagens estupendas e de se deliciaram com uma gastronomia tipicamente beirã.<br /><br /><br />Logo de manhã os participantes depois do típico “mata bicho”, saíram para o fora de estrada quando eram 10 horas da manhã. Depois de terem usufruído da paisagem envolvente do rio Ludares, e do vale do Dão, desceram até á bela Quinta da Boavista para retemperar forças, e saborear uma “piqueta” tipicamente beirã onde a chouriça a morcela e a farinheira, assim como o queijo da serra e o presunto serrano eram reis, acompanhados pelo Dão branco e tinto “Terras de Tavares” colheita da própria quinta.<br /><br /><br />Estômago aconchegado e arrancou-se para mais uma etapa, com a subida á serra de Real, para logo a seguir descer ao fundo do Coval. Com a espectacular passagem pelo leito da Ribeira de Ludares em Quintela de Azurara, ( para desempoeirar) seguiu-se para o alto da serra da Poisada e deliciar as vistas com paisagem aí oferecida. Passamos à “Beira de Gil Vicente” como é quem diz em Guimarães de Tavares, para depois nos entranharmos no meio dos pinhais e a seguir subir pela “picada”do lado sul do monte da Srª do Bom Sucesso, onde nos aguardava uma pista de obstáculos e lama, que foi percorrida depois de retemperadas as forças com um magnifico e tradicional almoço servido no Monte.<br /><br /><br />Está pois de parabéns a Comissão de Festas 2008, assim como todos o que ajudaram a organizar este evento, que pela opinião geral dos participantes foi um surpreendente sucesso.<br /><br />Depois de muitos fins de semana que passei ajudar na preparação deste passeio, também eu estou muito orgulhoso pelo sucesso e por ter feito parte da organização.</div>BlackBirdhttp://www.blogger.com/profile/14785433686753716704noreply@blogger.comtag:blogger.com,1999:blog-4244456658176337368.post-53140612868083515352008-02-07T05:13:00.000+13:002008-02-07T05:18:04.172+13:00A MINHA COLABORAÇÃO<a href="http://bp2.blogger.com/_wu6Fra1dNVY/R6ndp4ZIIYI/AAAAAAAAAB0/j7opMnXEJyo/s1600-h/tttt.jpg"><img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5163902159339135362" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://bp2.blogger.com/_wu6Fra1dNVY/R6ndp4ZIIYI/AAAAAAAAAB0/j7opMnXEJyo/s400/tttt.jpg" border="0" /></a><br /><div>Além do reconhecimento do percurso para a execução do Road Book, esta é mais uma minha colaboração com a Comissão de Festas 2008.</div><br /><div></div>BlackBirdhttp://www.blogger.com/profile/14785433686753716704noreply@blogger.comtag:blogger.com,1999:blog-4244456658176337368.post-33365938670954925442007-11-26T21:25:00.000+13:002007-11-26T21:50:32.095+13:00Figuras ILustres (Manuel de Oliveira)<a href="http://bp0.blogger.com/_wu6Fra1dNVY/R0hjH0x7LyI/AAAAAAAAABU/N4q8vFVxlGQ/s1600-h/manueloliveiraemtoquio%5B1%5D.jpg"><img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5136464361094328098" style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; CURSOR: hand" alt="" src="http://bp0.blogger.com/_wu6Fra1dNVY/R0hjH0x7LyI/AAAAAAAAABU/N4q8vFVxlGQ/s320/manueloliveiraemtoquio%5B1%5D.jpg" border="0" /></a><br /><div><a href="http://bp3.blogger.com/_wu6Fra1dNVY/R0hi8kx7LxI/AAAAAAAAABM/mfCdAQjOJEs/s1600-h/manueloliveirajunior1%5B1%5D.jpg"><img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5136464167820799762" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://bp3.blogger.com/_wu6Fra1dNVY/R0hi8kx7LxI/AAAAAAAAABM/mfCdAQjOJEs/s320/manueloliveirajunior1%5B1%5D.jpg" border="0" /></a><br /><br /></div><div></div><div></div><div></div><div></div><div>Natural de <strong><span style="font-size:130%;">Matados</span></strong>, freguesia de <strong>Chãs de Tavares</strong> no concelho de<strong> Mangualde</strong>, <strong><span style="font-size:130%;">Manuel Oliveira</span></strong> apresentou- se aos 19 anos no Sporting para ser ciclista. Mas, como não levava bicicleta, acabou por experimentar o atletismo. Foi o primeiro grande fundista português levado a grande plano por Moniz Pereira.</div><div></div><div><br /><br /></div><div>Com seis meses de atletismo, bateu o recorde nacional de juniores de 5.000 metros, com 14.23,8, aproximando-se a pouco mais de cinco segundos do recorde nacional que Manuel Faria então detinha.</div><div><br /></div><div>Escassos três meses depois, Oliveira estreava- se nos Jogos Olímpicos, sendo sexto nas meias- finais dos 5.000 metros com 14.15,6, novo recorde de Portugal e ibérico!<br /><br />Ao ser quarto classificado nos 3.000 m obstáculos dos jogos olímpicos de Tóquio’1964, Manuel Oliveira esteve bem perto (pouco mais de dois segundos) de se tornar o primeiro atleta português medalhado olímpico, doze anos antes de Carlos Lopes ter conseguido essa proeza.</div><div></div><div><br /></div><div>Depois da auspiciosa estreia olímpica em Roma´1960, com 20 anos (bateu o recorde nacional de 5.000 m), Manuel Oliveira começou a dedicar-se também aos obstáculos, especialidade na qual se tornaria o primeiro português abaixo dos nove minutos, em Abril de 1964. </div><div><br /></div><div>Seis meses depois, chegava a 8.36,2, marca que lhe valeu o quarto lugar olímpico, depois de ganhar a sua eliminatória com 8.40,8.</div><div></div><div><br /></div><div>Estaria ainda nos Jogos do México´1968, mas já sem poder brilhar. Os problemas no tendão de Aquiles, que cedo haveriam de lhe cortar a carreira, fizeram- se sentir. Entretanto, ele fora 19 vezes internacional, sagrara-se 17 vezes campeão nacional e foi recordista nacional de várias especialidades dos 1.500 aos 10.000 metros. Sucedeu-lhe... Carlos Lopes!</div><div></div><br />Os seu méritos desportivos por todos reconhecidos, tem aqui na sua terra o seu nome imortalizado com uma praça, assim como na sede do seu concelho dando o nome à rua principal de acesso ao Estádio.<br />A Associção de Desenvolvimento e Culura, da sua terra natal, também lhe fez uma homenagem pública, tendo ele oferecido uma pequena parte dos seus troféus, e medalhas conquistados que aí poderão ser admiradas.<br /><br />Actualmente, este nosso amigo e conterrâneo o Manel "Bicharel", como é carinhosamente, conhecido por todos cá na terra, encontra-se reformado e a viver em Lisboa, mas passando a maior parte do tempo por cá na aldeia em casa da família que recuperou, dedicando-se com grande paixão à agricultura biológica para seu consumo, assim como à vitivinicultura, produzindo um tinto do Dão (só para os amigos) de altissima qualidade.<br /><br />Que continues com muita saúde por cá, é o que todos os teus amigos te desejam, incluindo eu.<br /><br />A. MartinsBlackBirdhttp://www.blogger.com/profile/14785433686753716704noreply@blogger.comtag:blogger.com,1999:blog-4244456658176337368.post-645900457611927572007-11-22T07:53:00.000+13:002007-11-22T07:55:20.536+13:00FIGURAS ILUSTRES E "CROMOS" CÁ DA TERRAPorque, a história desta pequena aldeia, fez-se e faz-se com todos, os que aqui vivem, ou viveram, assim como os que já partiram. Todos deixaram, ou deixarão, a "marca" da sua passagem, uns com mais intensidade que outros, mas todos sem exepcção a sua passagem será sempre indelével, para os seus descendentes.<br /> Nos próximos posts irei tentar "homenagear" de uma forma singela, recordando pessoas com quem convivi e permanecem na minha memória, umas pelos bons momentos de boa disposição que me fizeram passar, outros pelos conselhos que me deram para a vida e que contribuíram para que eu amadurecesse com verticalidade, honestidade e o respeito pelo próximo.<br /> Outros recordarei pelo contributo que de alguma forma deram para desenvolvimento e divulgação desta pequena aldeia, da nossa Beira Alta.<br /> Também gostaria de aqui fazer recordar aqueles que embora não tenha conhecido outras pessoas houve que as conheceram e conviveram e que gostariam ver recordados.<br /> Aqueles que eu aqui não lembrar, será por não ter os conhecido; por falta de dados (assim agradecia contributos de informação) ou então por meu esquecimento.BlackBirdhttp://www.blogger.com/profile/14785433686753716704noreply@blogger.comtag:blogger.com,1999:blog-4244456658176337368.post-11036431871999179372007-11-18T12:30:00.000+13:002007-11-18T12:43:14.825+13:00MATADOS/RIBEIRINHA<a href="http://bp1.blogger.com/_wu6Fra1dNVY/Rz98iUx7LuI/AAAAAAAAAAw/evULAVBNKdY/s1600-h/capela%252Bsto%252Bantonio%252Bmatados%5B1%5D.jpg"><img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5133959029361159906" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://bp1.blogger.com/_wu6Fra1dNVY/Rz98iUx7LuI/AAAAAAAAAAw/evULAVBNKdY/s320/capela%252Bsto%252Bantonio%252Bmatados%5B1%5D.jpg" border="0" /></a><br /><div>O primeiro nome de Matados foi Ribeirinha, devido à existência de uma ribeira que dividia e divide o povoado da Corvaceira de outro povoado, a Ribeirinha.<br />Só que entre os dois povos, eram frequentes as querelas e questões.<br />Naquele tempo, as mulheres usavam saiotes de flanela vermelha.<br />Então, numa altura de grande conflito, foi pendurado, junto à ribeira, no caminho que ligava à Corvaceira, um pau com um saiote vermelho.<br />Querendo isto dizer, que assim se acabava a comunicação entre os dois povos. Quem se aventurasse poderia sofrer as consequências. Por vezes isso aconteceu, resultando daí lutas das quais por vezes saíram feridos, alguns feridos de morte.<br />Quando se comentava o acontecido, na linguagem popular, diziam: “Até houve matados (* quer dizer mortos).<br />E assim, surgiu o nome Matados.<br />Ou antes, o nome de Ribeirinha foi substituído por Matados.</div>BlackBirdhttp://www.blogger.com/profile/14785433686753716704noreply@blogger.com